terça-feira, 18 de junho de 2013


                               
      O que existe  debaixo do solo?UUUU!!!!!
  
   Meu nome é August Dupin, sou policial. O caso que vou relatar comprova que a verdade é mais estranha que a ficção porque não é obrigada a obedecer ao possível.
  Era madrugada de domingo quando o telefone da delegacia tocou quase me derrubando da cadeira de susto, fiquei surpreendido com a ligação, pois o que poderia ocorrer à uma hora dessas em uma cidade tão pequena como  Crimson?
  Era voz feminina, voz assustada de alguém que implorava por socorro, a senhora gritava e pedia ajuda, dizia que havia algo de estranho na fazenda. Morava sozinha, tinha 60 anos de idade, dona de uma grande área de terra da região de Crimson.
  Disse para manter a calma, pois eu chegaria dentro de minutos. Imediatamente desliguei o telefone, carreguei meu revólver e sai em arrancada com a viatura em direção á fazenda. Chegando, não percebi nada de estranho no primeiro momento, o portão de madeira estava aberto, segui em frente, logo avistei uma casa antiga de dois andares estilo clássica.
  Parei em frente a casa, desliguei o carro, desci pisei no solo úmido e de cor estranha, ninguém apareceu, a casa estava com a porta aberta, a televisão estava ligada, havia um silêncio mortal, procurei pela senhora, mas não a encontrava.
  Quando olhei os fundos da casa encontrei na estufa cercada de samambaias, a senhora estendida, de costas, com uma tesoura de jardinagem enfiada no peito, agonizante ela segurava em uma mão uma cruz com metade cravada na terra, e com a outra o cabo da tesoura como se estivesse tentando arrancá-la de seu peito...
  Ela se matou? Ou alguém tentou matá-la? Por que motivo fez aquilo? Uma série de perguntas invadiram minha mente.
  Voltei correndo até a casa, entrei no escritório, e comecei a vasculhar as gavetas em busca de alguma pista que ajudasse a decifrar aquele mistério. Então, na terceira gaveta da mesa principal, encontrei um mapa com um documento antigo que comprovava que todo o solo da propriedade, há muito tempo foi um cemitério de escravos da região.    Tive um leve frio na espinha e o pressentimento que a morte que ocorreu tinha algo a ver com aquele antigo cemitério. Vasculhando mais, encontrei também a relação dos antigos moradores da fazenda e suas mortes, todos morreram na estufa e todas as mortes com características muito similares ao que havia ocorrido com aquela pobre senhora.
  Junto com os papéis em um pedaço de uma carta antiga estava escrito “Às vezes, o mundo dos vivos se mistura com o mundo dos mortos.” Então definitivamente percebi que o lugar era sinistro, voltei para a delegacia antes que acontecesse algo comigo, em trinta aos de profissão nunca tinha passado por algo tão estranho. No dia seguinte encaminhei os papeis para me aposentar, deixando de vez a área criminal e investigativa, aproveitando meu tempo agora com a família, lendo jornal, vendo televisão, fumando meu cigarro e bebendo cerveja com os amigos. Mas antes de terminar meu relato quero fazer uma pergunta. Você sabe o que existe no solo onde hoje você pisa e vive todo dia?

Obs: Conto de suspense policial desenvolvido pelo aluno da E.E.B. Princesa Isabel, proposta de continuar o início do conto e inserir ao longo da narrativa algo referente ao solo (Assunto do projeto da escola Conferência Infanto-Juvenil, os quatro elementos, solo).

Professora: Ivani Baron
Disciplina; Língua Portuguesa
Aluno: Pablo Fraporti
Série: 3º Ano Ensino Médio




segunda-feira, 17 de junho de 2013


A ESCOLA E.B. PRINCESA ISABEL CONVIDA  TODOS PRA GRANDE  FESTA JUNINA


QUE SE  REALIZARÁ NO DIA 28 DE JUNHO DE 2013

NESTA NOITE TEM FESTANÇA, TODOS CAEM NA DANÇA ALEGRANDO O CORAÇÃO.

TEM FOGUETES E CANÇÕES .......

      

            VIVA SÃO JOÃO !!!!!




A FESTANÇA TERÁ INICIO ÀS 19 HORAS E 30 MINUTOS

NO SALÃO DO BAIRRO SANTA TEREZINHA 

E SERÁ ANIMADO PELA BANDA STILLUS